Archive for maio, 2009

1º Encontro Ubuntu-SP – Participe!!!

sábado, maio 30th, 2009

Quem mora em São Paulo ou nas imediações não pode deixar de participar do 1º Encontro do Ubuntu-SP. A ideia é marcar um encontro para nos conhecermos melhor e falarmos sobre software livre.

Outra ideia é que esse encontro se torne mais frequente e que possamos conhecer pessoalmente as pessoas que fazem parte da comunidade. Quem tiver interesse em contribuir com ela, ou esclarecer alguma dúvida sobre como se engajar na comunidade, terá uma ótima oportunidade de fazer isso neste evento.

Enfim, no mínimo será uma ocasião para colocar o papo Nerd em dia! :-)

O encontro será dia 13 de junho, às 15h no Franz Café da Benedito Calixto. Mapa abaixo:

Exibir mapa ampliado

Quem quiser adicionar este evento a uma conta do Google agenda, é só clicar no link abaixo.

Wi-fi lá é de graça, portanto tragam seus laptops e netbooks. O acesso de metrô mais próximo é a estação Clínicas da linha verde. De lá, a pé, são poucos minutos. Esperamos vocês lá.

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Dia do Orgulho Nerd

segunda-feira, maio 25th, 2009

Grandes amigos e companheiros de batalha.
Venho parabenizar a todos pelo dia do NERD!!!!!

A todos aqueles que seguem os preceitos jedis, que sabem o que é a Nebulosa de Mutara e conhecem a fisiologia kriptoniana como ninguém, rejubilem-se! Amanhã é dia de encarar o mundo de frente (especialmente seus pais) e gritar com orgulho: sou nerd! Isso porque um bando de espanhóis em 2006 fixou o 25 de maio como o Dia do Orgulho Nerd, em homenagem ao lançamento de Guerra nas Estrelas – Uma Nova Esperança, em 1977. Todos sabem o que o filme significou e as portas que abriu unindo aventura de capa-e-espada, filosofia mitológica de Joseph Campbell e efeitos especiais de primeira qualidade. Criou não só um universo próprio, como também uma legião de fanáticos.

Por enquanto não existe parada nerd (isto proque eles não foram ao FISL), mesmo porque desconfiamos que os geeks não vão querer deixar a frente da tela do computador para ir para as ruas, mas o canal Multishow promove uma maratona de programas com temática geek durante todo o fim de semana.

» Chat: tecle sobre o assunto

Vale lembrar que que muita coisa mudou no mundo geek. Para começar, eles conquistaram o mundo e Bill Gates, Steve Jobs, Quentin Tarantino, Kevin Smith e muitos outros estão aí para provar a teoria. Além disso, aquele mundo estranho de gente de roupas coladas e máscaras invadiu as telonas e blockbusters com X-Men, Homem-Aranha, Batman, Jornada nas Estrelas, 300 de Esparta, Superman e Arquivo X. Os filmes baseados em vídeo-games também fazem a alegria da molecada e enchem os bolsos dos produtores de dinheiro. Sem falar nos reality shows como As Gostosas e os Geeks e comédias geniais como The Big Bang Theory, na TV, mostrando que nerd não morde, pelo contrário.

Pesquisas também já mostraram que o nerd é melhor amante, que tem mais papo e até mesmo, em um estudo de 2008, que possue melhor esperma por ser mais saudável e não “se ligar” em drogas. Enfim, ser um legítimo geek hoje é cool, entender de Batman é hype e ler gibis não é um crime passível de zombarias na escola ou faculdade.

Os criadores do movimento pelo Dia do Orgulho Nerd chegaram a lançar um divertidíssimo manifesto que exige direitos como o de não sair de casa, o de se manter virgem, o de não gostar de futebol e ainda o de dominar o mundo. Entre os deveres há o de tentar ser mais nerd do que qualquer um, nunca deixar de entrar em uma discussão de assuntos nerds, assistir a qualquer filme nerd na noite de estreia ou comprar qualquer livro nerd antes de todo mundo.

Se você quiser, só para comemorar o dia, conhecer um legítimo übergeek (mais que um mega-nerd), entre no site www.magicdragon.com. Seu autor, o americano Jonathan Vos Post, é professor em astronomia, ciência da computação, composição inglesa, matemática, física, antropologia, ecologia, literatura, filosofia, entre outras, e possui mais de 820 trabalhos publicados, como um tratado de 57 páginas sobre “Quais números podem ser feitos com quatro noves”, 1.370 páginas em HTML com uma lista de escritores de ficção científica, além do livro “Como falar com um extra-terrestre”. Apesar de horroroso, o site tem 200 mil visitantes por mês e possui 4.307 páginas, de acordo com o live.com.

Em tempo: parece que, desde 2001, no dia 25, também comemora-se o Dia da Toalha, homenageando o livro “O Guia dos Mochileiros das Galáxias”, de Douglas Adams, clássica obra literária nerd. Portanto, “não entre em pânico” (quem é nerd sabe do que estou falando).

Fonte – Terra

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Microsoft agora tenta fragmentar o ODF

quinta-feira, maio 14th, 2009

Tal como já havia feito com Java e HTML (só para citar dois casos), a Microsoft agora investiu ao menos 12 meses de trabalho para tentar fragmentar o ODF no mercado de TI: Uma vergonha.Juro que tinha me preparado para publicar nesta semana um post elogiando a Microsoft por ter finalmente lançado o SP2 do Office 2007 com suporte nativo ao ODF, mas infelizmente após os testes iniciais de diversos usuários, o que vemos é uma tentativa absurda de enganar os consumidores (que pagaram pelo software) e fragmentar o ODF na indústria de TI.

Quando uso o termo fragmentar, me refiro á tática já conhecida de usar a ‘criatividade’ no momento de implementação de um padrão para tornar a sua implementação compatível apenas com a sua ferramenta (que já viu sites que só funcionam no Internet Explorer sabe bem do que estou falando). Por fora os documentos parecem idênticos e compatíveis mais por dentro são completamente diferentes, fragmentando assim a uniformidade esperada com a utilização de um padrão.

Um dos primeiros artigo publicado sobre o tema e para o qual chamo a atenção de todos é do Rob Weir, coordenador do OASIS ODF TC (grupo que desenvolve o ODF, do qual faço parte). Chega a ser assustador o que o Office 2007 faz com as planilhas existentes de ODF.

Os detalhes técnicos estão todos no blog do Rob, mas em resumo, quando se abre uma planilha ODF (extensão .ods) existente no Office 2007, ele simplesmente elimina todas as fórmulas existentes sem avisar nada ao usuário, deixando nas células apenas os valores do resultado do cálculo das fórmulas (valores estes já previamente armazenados no documento). Se um usuário quiser testar o suporte ao ODF no Office, e sem prestar a devida atenção salvar uma planilha aberta, vai sobrescrever o documento eliminando todas as fórmulas, como se estivesse gravando um documento que foi totalmente digitado. Já vi absurdos na vida, mas nada se compara a isso.

Quando se utiliza o Office 2007 para gerar uma nova planilha, as fórmulas serão armazenadas de tal forma que só o Office 2007 (ou o CleverAge, um plug-in de suporte ao ODF para o Office desenvolvido em Open Source com patrocínio da Microsoft) será capaz de ler o documento, acabando com a possibilidade de que qualquer outra aplicação existente seja capaz de ler o documento.

Enquanto o primeiro problema simplesmente joga fora toda a inteligência de negócios dentro das planilhas (as fórmulas), o segundo prende o usuário ao Office 2007 para sempre (já vimos este filme antes, não é mesmo ?).

A justificativa que a Microsoft poderia usar para isso é a falta de definição de fórmulas em planilhas no ODF 1.0/1.1. Interessante notar que no ODF 1.2 (que é desenvolvido com a participação da Microsoft) este problema já foi resolvido com a criação do OpenFormula.

Na primeira tabela comparativa do post do Rob, que resume um teste sobre o mesmo assunto que ele fez há algumas semanas, fica fácil perceber que mesmo sem existir a especificação de fórmulas para planilhas dentro do ODF 1.1, a interoperabilidade entre as aplicações existentes testadas (KOffice, OpenOffice, Google Docs, Symphony e o plug-in da Sun para o Office) existe de fato (com exceção do CleverAge que apresentou alguns problemas). Isso significa que todos os outros desenvolvedores não se preocuparam apenas em ‘cumprir com um requisito de norma’ (ou seja, conformidade), mas também em desenvolver uma aplicação realmente útil e interoperável para seus usuários. O Rob comenta ainda que o conjunto de fórmulas utilizado por todas estas aplicações (com base no OpenOffice) foi desenvolvido com base nas fórmulas existentes no Excel (no mínimo irônico, heim ?).

Destaco ainda que os problemas apresentados pelo OpenOffice quando o Rob repetiu seus testes com a versão nova da suíte, foram causados por que os desenvolvedores do OpenOffice 3.0 decidiram incorporar como padrão na ferramenta o suporte ao ODF 1.2 que ainda está em desenvolvimento do OASIS. Não questiono o que os levou a tal decisão, mas tenho orientado a todos os usuários do OpenOffice 3.0 que conheço, que alterem a configuração da suíte para utilizar como padrão o ODF 1.0/1.1 (no menu de Opções do OpenOffice existe um grupo chamado “carregar/salvar” onde esta configuração pode ser feita). Admiro o esforço dos desenvolvedores do OpenOffice em incorporar o ODF 1.2 à sua ferramenta, mas acho que isso deveria ter sido colocado como uma funcionalidade adicional, e não como o seu formato padrão (tenho usado o meu OpenOffice 3.0.1 configurado para trabalhar com o ODF 1.0/1.1 e não tenho tido nenhum problema de interoperabilidade).

Gostei também de ver a avaliação que PJ (Groklaw) fez sobre o SP2 do MSOffice. PJ não desenvolve software e por isso criou um documento texto relativamente simples e obteve resultados absurdos também.

PJ escreve ainda algo bem interessante, e concordo 100% com o que escreveu:

“…Querida Microsoft, você poderia por favor fazer alguma coisa sobre isso ? É somente código, o que significa que pode ser corrigido. Como seu código é proprietário, nós não podemos corrigi-lo. Só você pode. Como as canções antigas falam, você poderia por favor acelerar isso ? Outros como o Google Docs parecem ser capazes de trabalhar com planilhas em ODF. Por que vocês não são ? Não tenho dúvidas de que haverão melhorias, mas quando ?…”

Como não tenho nenhuma máquina com Windows e não tenho o Office 2007 para testar, acabei testando algumas coisas no SP2 através de troca de documentos com amigos que possuem o Office 2007 e aqui vão os meus 2 centavos para os testes que todos estão fazendo (e publicando os resultados a cada segundo na rede):

O Microsoft Office 2007 não suporta a criptografia (proteção por senha) nos documentos ODF !!!

Gerei um documento texto (.odt) simples em ODF utilizando o OpenOffice e o gravei com proteção de senha. Enviei o documento (e a senha) a diversos amigos e o resultado foi o mesmo: O MS Office não pode abrir o documento pois ele está protegido por senha (alguns deles tinham em suas máquinas outras ferramentas com suporte a ODF e em 100% dos casos funcionou).

Pedi a eles que gerassem no Office 2007 um documento com senha e me enviassem, e disseram que quando tentam fazer isso, o Office apresenta uma mensagem de aviso dizendo que não é possível utilizar senha para proteger o documento utilizando o formato ODF.

Gostaria de verdade de encontrar uma explicação técnica para isso, uma vez que a criptografia e a proteção por senha estão completamente especificadas dentro do ODF 1.0/1.1 (item 17.3 da especificação), e utilizam algorítimos já existentes e mais do que conhecidos por qualquer desenvolvedor.

Um comentário do Rob no seu post (que não tratou da criptografia) é capaz de comentar com maestria o problema que encontrei (e concordo plenamente com ele):

“…Me ensinaram a nunca presumir malícia onde a incompetência pode ser a explicação mais simples. Mas o grau de incompetência necessária para explicar o suporte pobre ao ODF no Service Pack 2 atormenta a mente e me leva a ter pensamentos cruéis…”

É impressionante ver como a Microsoft demonstra constantemente o desrespeito aos seus clientes (o que eu ouvi de clientes deles ansiosos pelo suporte ao ODF no Office…), desrespeito aos parceiros de mercado e uma completa incapacidade de mudar.

Antes de encerrar o post, quero alertar aos incondicionáveis apoiadores da Microsoft que insistem em postar comentários sem conteúdo técnico algum neste blog que não tenho mais mais paciência (nem tempo) para ser educado ao responder as imbecilidades que vocês costumeiramente escrevem por aqui. Se escreverem bobagem aqui, vão receber resposta a altura. Se querem mesmo defender a Microsoft, enviem um curriculum para a empresa e tentem trabalhar lá dentro para mudar as coisas (falar é muito fácil, já fazer é outro assunto).

Aos demais, todos os comentários serão bem vindos (como sempre) e se encontrarem mais textos por aí comentando os problemas referentes ao ODF no Service Pack 2, por favor coloque os links nos comentários (vamos fazer deste post uma fonte para pesquisas sobre o assunto).

A todos, segue minha recomendação: Não utilizem o Office 2007 com o Service Pack 2 para manipular documentos em ODF. Se a sua decisão for continuar utilizando o MS Office (em qualquer versão), instale o plug-in da Sun, mas recomendo mesmo que vocês procurem uma outra solução que trate nativamente documentos ODF. Não percam mais tempo com quem não lhes respeita.

Quem quiser acompanhar as notícias sobre ODF no mundo, recomendo uma visita diária ao Planet ODF (ele indexa tudo).

Fonte: www.homembit.com

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Pode o Ubuntu competir com a interface do Mac OS?

quarta-feira, maio 6th, 2009

Para o CEO da Canonical, distribuidora do sistema, objetivo será alcançado em dois anos com a contratação de pessoal especializado

O CEO da Canonical, distribudora do Ubuntu, afirmou que ele quer fazer o sistema operacional de código aberto competitivo com o Mac OS, da Apple, nos próximos dois anos.

Comparando o desempenho do Linux até hoje com o meteórico sucesso das companhias de Web 2.0, como Craiglist e Facebook, Mark Shuttleworth disse que “precisamos da mesma urgência, imediatismo e elegância como parte da exepriência de desktops livres”.

O executivo afirmou que a Canonical lançou uma campanha para fazer com que isto aconteça. “Estamos contratando designers, pessoas que entendem de experiência dos usuários e visionários do design de interações”, escreveu em seu blog. O objetivo da companhia é “entregar uma experiência para o usuário que possa competir com a Apple em dois anos”.

Segundo a Net Applications, o Linux responde hoje por menos de 1% do mercado mundial de desktops. O Mac OS tem 8%, e o Windows – com todas as suas versões combinadas – tem 90%.

Shuttleworth acredita que parte do problema é que as raízes de código aberto do Linux levaram ao desenvolvimento de muitas variações do sistema, situação que confunde os potenciais usuários. “Cada um coça sua própria ferida. Como você pode ter uma consistência na interface com o usuário?”, escreveu. “Eu vejo isso como um ponto fraco e forte ao mesmo tempo”, completou. “As pessoas estão livre para inovar, e o resultado é impressionante. Nosso desafio é tirar o melhor destes dois mundos”.

Ele reforçou que a Canonical tentará aumentar a participação do Linux contratando programadores para trabalhar em vários projetos relacionados ao desktop como X, OpenGL, GtK, GNOME e KDE. “Será um grande desafio, mas eu acredito que seja atingível”.

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Ajuda com problema no X do Ubuntu 9.04

terça-feira, maio 5th, 2009

Alguém pode me ajudar com o problema abaixo, já tentei várias soluções googlando por ai e nada.

O que esta acontecendo é quetes aqui ficam todas com caracteres estranhos apos uso conforme a imagem abaixo.

Se eu for em alterar plano de fundo/fonte e escolher uma das quatro opções (Monocromática,Melhores Formas etc.) ele até que volta ao normal, mas depois de segundos volta a colocar estes caracteres estarnhos.

Me ajudem por favor

Segue print-screen do X bizarro.captura_de_tela-1

Aguardo

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ATO CONTRA O AI-5 DIGITAL

terça-feira, maio 5th, 2009

A Internet é uma rede de comunicação aberta e livre. Nela, podemos criar conteúdos, formatos e tecnologias sem a necessidade de autorização de nenhum governo ou corporação. A Internet democratizou o acesso a informação e tem assegurado práticas colaborativas extremamente importantes para a diversidade cultural. A Internet é a maior expressão da era da informação.

A Internet reduziu as barreiras de entrada para se comunicar, para se
disseminar mensagens. E isto incomoda grandes grupos econômicos e de intermediários da cultura. Por isso, se juntam para retirar da Internet as possibilidades de livre criação e de compartilhamento de bens culturais de de conhecimento.

Um projeto de lei do governo conservador de Sarkozi tentou bloquear as redes P2P na França e tornar suspeitos de prática criminosa todos os seus usuários. O projeto foi derrotado.

No Brasil, um projeto substitutivo sobre crimes na Internet aprovado e
defendido pelo Senador Azeredo está para ser votado na Câmara de
Deputados. Seu objetivo é criminalizar práticas cotidianas na Internet,
tornar suspeitas as redes P2P, impedir a existência de redes abertas,
reforçar o DRM que impedirá o livre uso de aparelhos digitais. Entre
outros absurdos, o projeto quer transformar os provedores de acesso em uma espécie de polícia privada. O projeto coloca em risco a privacidade dos internautas e, se aprovado, elevará o já elavado custo de comunicação no Brasil.

Gostaríamos de convidá-lo a participar do ato público que será realizado
no dia 14 de maio, às 19h30, em defesa da

LIBERDADE NA INTERNET
CONTRA O VIGILANTISMO NA COMUNICAÇÃO EM REDE
CONTRA O PROJETO SUBSTITUTIVO DO SENADOR AZEREDO

PLENÁRIO FRANCO MONTORO
ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DE SÃO PAULO
AV PEDRO ALVARES CABRAL S/N – IBIRAPUERA

O Ato também terá cobertura em tempo real pelo Twitter e pelo Facebook.

Contamos com a sua presença.

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Análise aprofundada do Ubuntu 9.04 pela Linux Magazine

domingo, maio 3rd, 2009

“A Linux Magazine Online publicou uma análise detalhada e extensa da versão mais recente do Ubuntu, de número 9.04.
“Pontualmente na data de lançamento programada — que acontece em um ciclo de seis meses — foi lançada a nova versão do Ubuntu, a 9.04, codinome Jaunty Jackalope. Devagar — mas sempre —, a distribuição patrocinada pela Canonical avança em usabilidade, desempenho e beleza. Este artigo traz uma análise do novo Ubuntu, apresentando as maiores novidades da versão 9.04.
O novo animal da família Ubuntu — todas as versões recebem um codinome contendo um nome de animal, precedido por um adjetivo de mesma inicial: Warty Warthog, Hoary Hedgehog, Breezy Badger, Dapper Drake, Edgy Eft, Fausty Fawn, Gutsy Gibbon, Hardy Heron, Intrepid Ibex e a atual, Jaunty Jackalope) — conta com uma série de inovações visíveis e muitas invisíveis. A primeira delas é o “polimento” que a interface gráfica recebeu, apesar de ter mantido a mesma linha de sempre. Esse cuidado com a interface segue a estratégia lançada pelo próprio Mark Shuttleworth em 2008, por ocasião da OSCON de elevar o design da interface gráfica ao patamar de uma obra de arte, ultrapassando o visual e a usabilidade do Mac OS X, da Apple. Sem dúvida, trata-se de uma meta ousada, ainda que muito válida e necessária, que começa a gerar os primeiros frutos, como se pode ver a partir da tela de inicialização do sistema (bootsplash) e da tela de login, que, na versão tradicional, leva a um desktop GNOME após o fornecimento do nome do usuário e da senha.”

Confira na Linux Magazine Online.

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